Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

Dinamo


A 19 de Setembro de 1941, Kiev caiu para os nazis. A Ucrânia tinha oferecido uma resistência que Hitler não esperava. A entrada na capital foi particularmente cara aos nazis, como resposta, foi imposto um regime de castigo altamente duro e impiedoso.
A cidade, nesse inverno de 41 e princípios de 42, foi um túmulo gelado para muitos milhares de refugiados de guerra que chegavam da frente. Um decreto homicida promulgado pelos ocupantes nazis, proibia os prisioneiros de guerra de viver em casas e de trabalhar condenando à morte por fome e frio muitos milhares de homens e mulheres. Entre este exército de zombies doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido guarda-redes do Dínamo de Kiev.
Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazis não perseguiam, precisamente pela sua origem e que fornecia pão ao exército ocupante era um fanático adepto do Dinamo. Uma tarde desse inverno de 42, reconheceu na rua, surpreso, um mendigo que era nem mais nem menos que o seu ídolo: o gigante Trusevich.
Com esquemas e subornos, o padeiro enganou aos nazis e contratou o guarda-redes para que trabalhar na sua padaria. Na convivência das conversas à volta do futebol e do Dinamo, decidiram refazer a equipe do Dínamo e empregar todos os futebolistas como padeiros.
Nas ruínas do que foi Kiev, entre feridos, doentes e mendigos lá se foi descobrindo, um a um, a equipe do Dinamo. Kordik deu trabalho a todos, esforçando-se para que ninguém descobrisse a manobra. Entretanto Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, entre eles três jogadores da Lokomotiv, e também encontrou maneira de empregar na padaria do alemão.
Como o Dinamo tinha sido proibido, deram um novo nome para aquela equipa: FC Start. Através do padeiro que fazia de empresário, começaram a desafiar a equipas de soldados inimigos e selecções formadas pelos batalhões nazis estacionados na Ucraniania.
Em 7 de Junho de 1942, jogaram a sua primeira partida a sério. Apesar de estarem de em baixo de forma devido à fome, venceram as Transmissões do Reich por 7 a 2. O seu rival seguinte foi a equipa de uma guarnição húngara, ganharam de 6 a 2. Depois meteram 11 golos a uma equipa romena.
A coisa ficou séria quando em 17 de Julho enfrentaram uma equipa Selecção do Exército alemão e golearam por 6 a 2. Muitos nazis começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 a 1.
Em 6 de Agosto, convencidos da sua superioridade, os alemães prepararam uma equipa com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era uma grande equipa, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler.
Os nazis tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de desportivismo dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.
Depois desta derrota que humilhou o orgulho ariano, de Berlim chegou uma ordem de acabar com o clube e com todos os jogadores, inclusive com o treinador padeiro. Mas as hierarquias nazis locais não se contentaram com isso. Antes de fuzilá-los, queriam derrotar a equipa num jogo. A desforra foi anunciada para 9 de Agosto de 1942, no estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou nos balneários e disse em russo: -"Vou ser o arbitro, respeitem as regras e façam a saudação nazi”.
Já em campo, os jogadores do Start (camisa vermelha e calção branco) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: -"Heil Hitler !", gritaram -"Fizculthura !", uma expressão soviética que proclamava a cultura física.
O Start chegou ao intervalo ganhando por 2 a 1 e por isso receberam novas visita ao vestiário:
-"Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo".
A ameaça teve um efeito contrário. O Dínamo, deu um baile aos nazis. Já quase no final da partida, quando ganhavam por 5 a 3, Klimenko, um dos avançados, ficou cara a cara com guarda-redes alemão. Fintou o guarda-redes, e isolado em frente à baliza, deu meia volta e chutou a bola para o meio campo. Foi um gesto de desprezo, de superioridade total. O estádio veio abaixo.
Mais tarde, a Gestapo visitou a padaria.
O primeiro a morrer foi Kordik, o padeiro. Os outros foram presos e enviados para os campos de concentração de Siretz.
Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em Novembro de 1943. O resto da equipa foi torturado até a morte.
Ainda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dinamo de Kiev. Nas escadarias do clube, conserva-se está um monumento que saúda e recorda aqueles heróis do FC Start.
Seis meses depois da vitória no futebol do Dínamo, o povo soviético vencia a besta nazi na Batalha de Stalingrado, fazendo a guerra mudar de rumo e abrindo caminho à Libertação da Ucrânia.

Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010

Tinto de Plovdiv


Provavelmente o melhor vinho que bebemos durante a viagem.
Produzido na Tarcia, no Sul da Bulgária.
Muito Bom.

No Monte Vitosha


Depois de um percurso de eléctrico, autocarro, taxi e a pé...
Valeu a pena!!

No Monte Vitosha


Com um bocadidinho de neve...

No Monte Vitosha


Nos arredores de Sofia, mas a anos luz da cidade!!!

Galinha com pimentos e ensopado de borrego á moda da búlgara


Para os que dizem que só comemos sandes!!!

De novo em Sofia


Sofia tem uma boa rede de transportes públicos. Bons e baratos.

Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Outro jantar no Expresso das Balcãs


Pão, queijo, enchido de borrego, sumo, chocolate e vinho da Capadócia.

Cirkeci de onde sai o Expresso do Oriente


As 22:00 de Sábado dia 4 de Dezembro o comboio largou de Istambul.

Impressões de Istambul


Com 20 milhões de habitantes, Istanbul é a maior cidade da Europa. Num país essencialmente asiático, a Turquia navega à deriva entre uma Europa que em crise rejeita o gigante turco e um médio oriente que olha a Turquia como mais um imperialismo pró-ocidental. E têm ambos razão. Sobretudo Istanbul, que segundo o Oram Pamuk continua a ser o centro nevrálgico de toda a vida intelectual e financeira turca, é uma ilha de culturas misturadas, num mundo cada vez mais fechado sobre si próprio.
Cerveja e vinho nas esplanadas. Mesquitas e madrassas convivem com o consumismo ocidental. Três margens e nenhum rio. Apenas mares. Dois mares a ligarem outros dois. Marmara e Bosforo a ligarem o Mediterrâneo e o Negro. Mais um Corno de Ouro. Três impérios sobrepostos. Romano do Oriente, Bizantino e Otomano. Nacionalismo exarcebado. Internacionalismo censurado. Kurdos e iraquianos esperam a sua vez. O fundamentalismo alastra nos imensos subúrbios onde os pobres vêm passar em mercedes de vidros fumados um mundo que nunca será seu.
O fantasma do Euro vai fazendo vítimas enquanto da ponde de Galata, vinte e quatro horas por dia mais de mil pescadores pescam jaquinzinhos de cinco em cinco minutos.
Cidade barril de pólvora, onde a densidade populacional é proporcional à dimensão do abismo para onde pode cair ou levantar voo.

Outra vez e sempre o Bosforo

À pesca na ponte Galata

video

Palacio Topkapi


Exemplo acabado do apogeu do domínío otomano. Centro de decisão de um império que foi do Afeganistão à Áustria, o palácio de Topkapi pela sua dimensão, localização e nível de requinte mostra bem o poder destes donos do mundo.

Mesquita Azul


Por fora monumental, por dentro vazia mas confortável com os seus mais de três mil tapetes.

Mesquita Azul


Construída no início do século XV, continua a funcionar. Os seus seis minaretes chamam para a oração algumas dezenas de milhares de pessoas que 5 vezes por dia enchem este colosso.

Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

A ponte


Cidade entre tres margens.

Almoço à Beira Bosforo


Atrás do mercado do peixe há uma esplanadazinha, mesma encostada ao Bósforo onde uma sandes de cavala frita com salada custa um euro. Do melhorio!!!!

Mercado do Peixe


O peixe salta literalmente para quem passa.
Depois de pescado o peixe é metido em tanques onde fica a nadar com agua que sai directamente do Bosforo (apenas filtrada)e vai sendo reposto nas bancas à medida que vai sendo vendido, isso quer dizer que vai VIVO para a banca!!!

Para lavar os pés antes de rezar

Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Gran Bazar


O Mercado, serve não só para comprar e vender, mas tambem para falar com os amigos, dizer mal da vida dos outros, namorar e ver quem passa

Podia ser no Tejo

Podia ser no Tejo

E para que não digam que andamos em vinha de alhos...


Café e chá na esplanada do mercado das especiarias. 4 euros e meio!!!!

Almoço nas docas


Dois doner kebabs um iogurte caseiro e uma coca-cola. Dois Euros.

Gatos de Istambul


Definitivamente os donos da cidade.

Gatos de Istambul

Hora da sestazinha.

Gran Bazar


Paraíso das compras a funcionar interruptamnte ha mais de dois mil anos.

Fundição

Fabricante de fogões em ferro fundido.

No Suk


Rua dos latoeiros

Estação de Sirkeci

De onde chegamos e por onde nos havemos de ir.

Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

"Salomão, superei-te!!!"


Diz a lenda que foi esta a frase do Imperador Justiniano, depois de reconstruir a igreja que Constantino edificou. Segundo a lenda, a grandiosidade da Hajia Sofia que quer dizer Sagrada Sabedoria suplanta o próprio templo judeu mandado construir em épocas biblícas pelo Rei Salomão... Daí a bujarda do Justiniano.
Tudo isto num tempo em que ainda não se construiam centros comerciais em Portugal.

Hajia Sofia


Na rua estão uns 16º, mas o vento é fresco.
Se de dia é impactante, à noite é linda.

Istambul


Aperitivo para o jantar no Hostel Sultan. Tinto da Anatólia e Raki.

Jantar no Expresso do Oriente


Como não há bar no Expresso do Oriente, e somos viajantes avisados, preparámos um piquenique para jantarmos no combóio. O que havia à venda na zona da estação: Pão com chouriço, folhado de queijo feta, pão de centeio, mortadela, ice tea, água, vodka e conhaque. Cigarros fumados furtivamente à janela com a conivência do revisor num combóio para "não fumadores".

Expresso do Oriente


Apesar de tecnicamente já não ser do Oriente, e na pratica nada ter de expresso a não ser o nome, das Balcãs, a linha é a mesma e a magia permanece.
Desde as eras mais remotas, para chegar da Europa Ocidental à Asia, é preciso passar por esta rota. Antes foi da seda. Hoje é do tráfico de mulheres e heroina. O Grande Caminho que por terra liga o oriente ao Ocidente. Quer via Samarcanda (no Usbequistão), quer via Alexandria (no Egipto) todas as rotas asiáticas vão ter a Istambul. Depois, obrigatoriamente Sofia. A seguir, Belgrado, Budapeste, Viena e Berlim. Em Berlim os caminhos cruzam-se e a estrada divide-se.
Nós fizemos Sofia Istambul de combóio na última etapa do percurso. São uns 500 km.
O comboio degradado por fora mas funcional e confortável por dentro. Com um aquecimento que nos impôs viajar de cuecas, saiu de Sofia ao final da tarde cinzenta e fria. Dezasseis horas no cubículo da carruagem cama, depois descemos em Istambul. Luminosa e temperada pelo mar. Pelo meio ficou uma paragem no meio do nada para comprar o visto, cigarros ao preço da chuva e carimbar o passaporte. Isto entre as três e as quatro da manhã. Uma viagem inesquecivel.

Impressões de Sofia


Suja e decadente mas bela e culta. A europa do leste no seu melhor e pior. Onde os homens de negócios se confundem com mafiosos e os mafiosos se confundem com professores universitários. Historiadores chavinistas, religiosos ortodoxos, nacionalistas saudusistas do socialismo e putas. Muitas putas. Em cada esquina uma sex shop na outra um casino.
O bom e o pior do universo socialista de leste persiste vestido num fato da europa económica que não assenta bem à roménia. Património edificado monumental, parques e espaços verdes espalhados pela cidade convivem com avenidas esburacadas, caixotes do lixo devassados no chão e estacionamento selvagem.
Muita gente jovem na rua. Teatro, ballet e ópera com casas monumentais. Nos cinemas a imbecilidade gringa. Pequeno comércio florescente, em cada vão de escada há uma mercearia. Alguns mendigos, menos que em Lisboa.

Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

Receita infalível para curar ressacas

Vodka búlgaro, realismo soviético e sumo natural de tomate.

Realismo Soviético


Monumento de homenagem ao exército vermelho pela libertação da Búlgária do nazifascimo

Realismo Soviético


Monumento de homenagem ao exército vermelho pela libertação da Búlgária do nazifascimo

Realismo Soviético


Monumento de homenagem ao exército vermelho pela libertação da Búlgária do nazifascimo

Realismo Soviético


Monumento de homenagem ao exército vermelho pela libertação da Búlgária do nazifascimo.

Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Mais vale roubar que pedir?


Talvez não.
Os empregados do Pri Yafata, contagiados pela nossa natural simpatia, e sensibilizados com a nossa honestidade, preferiram dar-nos a toalha da mesa, antes que nós a roubassemos. E fizeram bem!

Pri Yafata


Originalmete uma taberna aberta por um judeu búlgaro, com dinheiro emprestado por um turco nos anos 40, o Pri Yafata parece feito de propósito para agradar aos latinos com sede. Um sitio onde se come bem e se bebe melhor. As paredes estão decoradas com frescos realistas sobre a vida rural. Um grupo de ciganos toca violino e acordeão para inglês ver. O público: um casal de australianos e dois portugueses tesos. Quem deu gorjeta ao lelo?

Contemplations


Mesmo com um nome amaricano, a amandar pró internacionalismo very tipical, o Contemplations é na realidade um GRANDE VINHO TINTO. Monocasta Merlot, com 14,5 graus, bebe-se muito muito bem. Não fica a dever nada aos franceses. Ao jantar mamámos uma garrafita soube como mel a empurrar para baixo a galinha mais o borrego. Antes da sobremesa onde o iogurte até nem se deu mal com a aguardente. Do melhorio.

Teatro Nacional


Apesar de mal iluminado, num jardim meio degradado, frequentado por sem abrigos quem encharcam vodka, o edifício do Teatro Nacional da Bulgária, tem um charme próprio que é acentuado pela decadência do lugar.

Espaços Verdes e Esculturas


Em geral os parques e jardins são omnipresentes mas estão um pouco descuidados. O facto de ser Outono, também não ajuda no aspecto dos espaços verdes... No entanto a profusão de obras de arte a três dimensões é uma constante. Escultura e arquitectura, desde a baixa idade média até aos dias de hoje convivem no permanente verde de Sofia.
Particular incidência para o realismo soviétivo. Algumas obras modernas e neo-realistas também aparecem.
A escultura da fotografia, está mais ou menos escondida entre as traseiras de uma igreja e o final de uma feira de pinturas e antiguidades onde não resistimos a gastar alguns levs.

Igreja de São Nikolai


Construída no início do século XX. Teve o seu apogeu para servir a elite russa que se mudou para a Bulgária com a Revolução Soviética. Diz quem lá entrou que tem um ar escuro e misterioso, por dentro. Por fora é fotogénica!!!

Hostal Nightindale


O nosso simpático, limpo, central e barato hotel.
Será pela localização estratégica?

Monumento ao Aviador Soviético


Centenas de homens e mulheres soviéticos perderam a vida durante a Segunda Guerra Mundial. Os soviéticos lutaram lado a lado com o povo búlgaro, para libertar a Bulgária do Nazifascismo, particulameente os pilotos aviadores. Várias centenas de aviões russos foram abatidos nos céus da Bulgária pelas baterias nazis.
O Povo Búlgaro ergeu esta estátua para homenagear esses homens e mulheres que doaram a própria vida.

Memorial Alexander Nevsky


Igreja ao estilo bizantino construída no século XVIII para celebrar a libertação da Bulgária. Um dos marcos da cidade.

Domingo, 28 de Novembro de 2010

Delicias bulgaras


Como nem só de viagens, livros e afectos sobrevive um homem, foi preciso alimentar os estômagos...
Por isso decidimos sair para comer qualquer coisa. Até porque se dormissemos durante a tarde, trocavamos os sonos todos.
Por isso perguntámos aqui ao Micha do hostal, onde é que haviamos de ir comer. Após discussão apurada e gritada em búlgaro entre o Micha e os outros 50 presentes, que ainda não percebemos se são família, hóspedes ou equipa técnica, lá recomendou o Izbite.
http://www.izbite.com/index_en.htm
Dizer só que é bom, não faz justiça ao sítio e à comida. Comida búlgara, pois claro. Comida búlgara para búlgaros em celebração. Não é naturalmente um restaurante para ir todos os dias até porque fica um bocado longe do Alto Seixalinho. Casais a comemorar e jantares de negócios. Eventualmente um dos melhores restaurantes da cidade. Um dos melhores onde já comi. Com vinho e sobremesa não ultrapassou os 25 euros. Para os dois.
Curioso foi o aperitivo que nos deram à chegada: um bagacinho dos burdadeiros...

Sofia


Está menos frio que em Madid.
Sofia é uma cidade suja mas muito interessante. Ruas esburacadas com bancas de livros em segunda mão por toda a parte. Comida barata e gajas de mini saia.
Mal chegamos, desistimos do hostel que tinhamos reservado.
http://www.art-hostel.com/home.html
Um buraco infecto, sem aquecimento e sem casa de banho no quarto. Por ser freak e da moda pediram-nos 30 euros por noite. Claro que dissemos ao gajo que não queríamos.
Procurámos outro.
Encontrámos este onde estamos agora.
http://www.nightingale.hostel.com/
Mais central. Aquecido. Com casa de banho. E internet grátis!!! 25 euros. Um único detalhe... não tinha cama para nós...
Por isso, decidimos ir almoçar.
Depois demos uma passeio de 7 km atravessando a cidade. Fomos à principal estação de comboios. Já cá cantam os bilhetes para Istambul.
Entretanto vi a companhia de aviação, que definitivamente mais vontade me dá de voar... fica a imagem.
E aqui estamos, no hotel, à espera que o gajo monte a nossa cama...
Agora falta-nos dormir uma boa noite de sono para aterrar...